sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Empresas Parceiras e Clientes 2

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Empresas Parceiras e Clientes

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RVieira Ar Condicionado
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SAMATEC - Cursos Técnicos
DRM - Doutor Micro Educacional
Prosimulador
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Prodesp
Itallian Hairtech
ProBeauty
Cartão de TODOS
Shark Transportes
Do Vale Chaveiro 
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação
UNOESTE
Clarius
Aldo Solar
EcoPower

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

ELITE VIRA-LATAS (copiado)

Os Estados Unidos financiaram a reconstrução da Alemanha após a Segunda Guerra, e fizeram daquele país a segunda potência mundial em duas décadas; Tinham interesse em deter o comunismo, promovendo o progresso da Alemanha Ocidental.

Em seguida os Estados Unidos também fizeram aliança com a elite japonesa, no final da II Guerra Mundial, para desenvolver o mercado japonês e poder vender seus produtos. Os japoneses souberam aproveitar w em pouco tempo estavam concorrendo com os americanos.
 
Os Estados Unidos atenderam apelos dramáticos do ditador Joseph Stalin e mandaram ajuda militar  para a Rússia, na II Guerra Mundial. Era seu interesse. Os russos souberam aproveitar a oportunidade.
Os Estados Unidos fizeram da China uma potência, processo iniciado quando Deng Xiaoping recebeu Richard Nixon e abriu a economia chinesa para o capitalismo, tirando da fome e miséria iminente quase um bilhão de chineses escravizados por Mao Tse Tung, o único barrigudo da China.
 
Os Estados Unidos fizeram da Coreia do Sul uma potência, financiando seu desenvolvimento para deter o avanço comunista no país. Os Sul coreanos souberam aproveitar a oportunidade.
Os Estados Unidos estão fazendo da Índia uma potência, ao privilegiar mais investimentos naquele país. Bastou os Estados Unidos desviarem investimentos da China para a India para que a economia chinesa parasse de crescer os 15% ao ano, que impressionavam o mundo. Não deixando dúvidas de que são os Estados Unidos que fomentam as grandes economias, com investimentos e importações;
 
Os Estados Unidos não fizeram do Brasil uma potência porque desde a década de trinta, século passado, que nossos governos preferem se alinhar com regimes de Esquerda  e investir na ignorância do nosso povo, em benefício de suas ambições políticas.
 Na década de 70 os Estados Unidos ofereceram ao Brasil o mesmo que ofereceram ao Japão e à Coréia.
O acordo MEC USAID. Esquerda brasileira boicotou a REFORMA EDUCACIONAL que os dois países adotaram. O resultado está aí.
Últimos lugares no PISA.

País nenhum vira potência sem Educação, e há oitenta anos que o Brasil vive às voltas com o arcaismo ideológico comunista, que investe na ignorância para controlar o povo e atrasar o país.
A introdução é para que atentem ao fato mais relevante do momento; é a primeira vez na nossa história que um presidente eleito encara os Estados Unidos como aliado sem restrição, o que não ocorreu nem durante o regime militar, que tinha nos Estados Unidos apenas um aliado político contra a expansão do comunismo. Mas tinha os EUA como adversário. Rompeu até o acordo militar para se unir à Alemanha num projeto nuclear.
 
Temos agora a primeira chance para o Brasil se transformar na potência econômica que sempre sonhamos.
 
Mas para que isso aconteça é necessário enterrar o que há de podre. Na política, na Justiça, principalmente no STF, e na Educação.
 
A vocação de vira-lata do brasileiro, identificada por Nelson Rodrigues, não é do povo, essa vocação é da elite, dos políticos. O povo é vítima dessa elite de gangsters, de esquerdistas. Temos que destruir essa canalhada de traidores da pátria, para que o Brasil comece a se transformar naquele país do futuro que o mundo apregoa há muito tempo. O futuro é agora.
 
Para conseguir isso é imperioso destruir a imprensa comunista, os políticos canalhas e os quatro pilares do imoral, vulgar STF, o quanto antes. O Brasil tem pressa. São mais de oitenta anos jogados fora, que precisam ser esquecidos.
 
E esses idiotas que tentam desqualificar a aproximação do Brasil com os Estados Unidos, primeiro ato sensato de um presidente eleito pelo povo; esses traidores motivados por pura inveja e sensação de inferioridade, que vão todos para a Venezuela, Cuba ou Bolívia.

Assinado: por um brasileiro de verdade, que emprega e investe, em prol de uma sociedade verdadeiramente justa e solidária!
Abraços fraternos a todos que tiverem o prazer de ler esta mensagem e àqueles que discordam, com todo o respeito, mais uma vez afirmo, sigam para a Venezuela, Cuba e agora para a Argentina e vivam uma vida de caranguejo!

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Achados iniciais sobre essas ditas agencias de verificação associadas a jornais e as mídias sociais.

 Então lá vai...

 

1.      Na verdade temos muitas agencias fact-checking (verificadores de fatos independentes) no Brasil, mas me parece que em relação à parcialidade algumas delas deixam duvidas e outras não quanto ao sua preferencia. No caso da LUPA é inegável que ela tende à esquerda, ou melhor, é de esquerda. Nesse aspecto a Boatos.org me parece um pouco menos definida. O dono lá é Edgard Matsuki que já trabalhou no UOL e depois na EBC.

 

2.    Essas instituições são empresas privadas e de todas me parece que a mais antiga remonta de 2002 com Gilmar Lopes do e-Farsas. Somente 11 anos depois, Edgard entrou na área se autodeclarando isento de doutrinação partidária apesar de suas raízes.

 

3.    Internacionalmente as empresas se apresentam certificadas por um IFCN gerido pelo Pointer Institute que publica seus signatários entre eles no Brasil a Lupa, a Agencia Publica – Truco e a Aos Fatos. Signatários verificados do código de princípios da IFCN: https://www.ifcncodeofprinciples.poynter.org/signatories. O Facebook utiliza essa fonte.

 

4.      Nesta lista, não consegui identificar agencias cujo dono seja, por exemplo, um jornalista tipo Caio Copolla reconhecidamente factual, tampouco um Alexandre Garcia. Esses não circulam pelo fact-checking curiosamente. Em geral as origens dos checadores permeiam círculos reconhecidamente de esquerda quando não globalistas.

 

5.      Não é difícil de encontrar relatos no Google dessa esquerda reclamando que sofre com inverdades e pedindo a constituição de um sistema de proteção. Assim foi criada a "CPI das fakes" e um inquérito inconstitucional no STF onde apareceu como resultado: somente bolsonaristas foram bloqueados.

 

6.      Na CF consta que a mídia explora um serviço publico e como tal não pode se negar a veicular ou censurar que é uma função precípua do Estado Brasileiro. Por essa razão eles cobrem a foto como o exemplo mostrado abaixo. Aqui eles tentam limitar o Sensoincomum.org. De outra forma, seria um crime.

 

Por enquanto é só, um abraço.

 

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Salvando vidas


Sei que está muito difícil e incerto cada dia que você passa, mas nós todos estamos bastante apreensivos. Nossa apreensão, ou medo, se justifica por diversos motivos e cada um de nós reage de modo que lhe parece melhor. Assim estamos passando já mais de 60 dias cuidando dos pais e filhos para que possamos evitar um mal maior.

A cada dia percebemos que apenas cuidar das pessoas não é suficiente porque todos precisam comer, comprar remédios e roupas. Se alguém tem reservas essas reservas vão se acabando e refazer as coisas vai se tornando uma necessidade.

É necessário refazer para não padecer da falta dos produtos e serviços do dia-a-dia. Você não consegue fazer tudo ao mesmo tempo então precisa viver em sociedade. Ou seja, começamos a notar que vivemos em sociedade e precisamos colaborar com nosso trabalho para que outros possam viver e que todos as pessoas e todas as atividades que chamamos de trabalho são sim importantes para manter nossas vidas e nossa família.

Agora que as informações nos permitem tomar uma atitude não devemos ficar inertes e esperar o pior. Devemos reagir e reagir com uma resposta que, além de bem medida, seja igualmente apropriada ao ambiente hostil que passamos a enxergar. É esse ambiente que vivemos que precisa ser reformado para que possamos nos manter vivos.

Para viver precisamos agir, ver e corrigir nossas atitudes. Se esta reação não ocorrer vamos nos destruir e desaparecer. Então de todas as atitudes possíveis a única não aceita é a passividade, a espera pelo pior. 

Reajamos e salvemos nossas vidas!

quarta-feira, 13 de novembro de 2019



Com a promulgação da Lei Federal no 9.503/98, o atual Código de Trânsito Brasileiro, surgiu a ideia em um grupo de empresários, engenheiros administradores e técnicos de segurança em implementar uma prática pedagógica adequada, com aprimoramento continuo, voltada para formar condutores de veículos automotores e cidadãos, fixando assim seus princípios éticos, exercitando a criatividade e o pensamento e, assim, motivando a responsabilidade e o compromisso para atuar nesse segmento de mercado.

No começo eram dois descendentes de japoneses, o Eduardo Komatsu e o Edson Takano, e resolveram fundar a Nippon. Daí o nome! O ano foi 1999, e o dia 18 de novembro foi a data da primeira certificação do DETRAN SP.

Em 29 de maio de 1999 teve início a preparação da “Takano e Komatsu Centro de Formação de Condutores Ltda”, então denominada “Nippon – Centro de Formação” que começou a funcionar voltada para a formação inicial teórica de condutores. No dia 18 de novembro de 1999 o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo credenciou a escola como Centro de Formação de Condutores e autorizou seu funcionamento.

Desde sua criação as escolas hoje existentes contribuíram diretamente na formação de pelo menos 73.000 alunos, tornando-se desta forma referência em segurança no Vale do Paraíba. Desses cerca de 4.500 alunos obtiveram aperfeiçoamento nas atividades profissionais relacionadas com a operação de máquinas e equipamentos e, com o transporte de passageiros e cargas.

Ao longo de toda vida a realização profissional e pessoal seguem juntas. Da urbanização e modernização decorre a demanda por ascender a patamares mais elevados no sistema de ensino e isso, é visível na sociedade brasileira. Ampliando aspirações de crescimento econômico, e de crescente valorização da educação como estratégia de melhoria de vida e das chances de emprego.

Portanto, aqueles que concluem o Ensino Médio aspiram melhores padrões de vida e de emprego. Por outro lado, a demanda para o ensino profissionalizante parte também de segmentos já inseridos no mercado de trabalho que aspiram melhoria salarial e social e precisam ter o domínio de habilidades que permitam assimilar e utilizar, produtivamente, recursos tecnológicos novos em acelerada transformação. 

Após muita análise e observação, constatamos que o setor aéreo se encontra cada vez mais exigente com seus profissionais e absorvendo o material humano treinado e não treinado. São José dos Campos e a Região do Vale do Paraíba vêm apresentando um grande desenvolvimento na área em tela, necessitando de técnicos em manutenção de aeronaves bem como de atualização para os que já atuam na área, facilmente comprovado nas empresas aqui instaladas.

Do nosso corpo técnico surgiram as primeiras informações de que a demanda por técnicos para as empresas não estava satisfeita apesar de contarmos com outras instituições formadoras na cidade. Um estudo de viabilidade simplificado apontou a possibilidade de formarmos pelo menos mais 100 técnicos a cada ano e mesmo assim o mercado absorverá. 

Do ponto de vista da Nippon, as reservas de energia em termos de instalações, pessoal qualificado para a tarefa de desenvolver um Ensino Profissionalizante tem no momento uma condição adequada ao nível do desafio. Temos reservas para atender o investimento. Assim para alcançar tais objetivos, um novo Regimento Escolar foi desenvolvido. A ferramenta é instrumento relevante e vem orientando, conciliando e aperfeiçoando a excelência da educação e treinamentos ofertados.

Em 20 de agosto de 2008 então, por entender que novos horizontes se aproximam e que para isso os novos objetivos estavam praticamente definidos foi feita a alteração do objeto social para a exploração no ramo de “TREINAMENTO DIVERSOS, CURSOS LIVRES E ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL”. 
Em 13 de junho de 2013 inauguramos nossa sede própria. A área além de contar com amplo espaço para desenvolvimento das atividades escolares tem estrutura para atender de modo diferenciado alunos pois conta com biblioteca e espaço de convivência modernos.

Com essa estrutura edificada buscamos novos ares para operar e encontramos o sistema de polo acadêmico de ensino a distância, ideal para nosso tamanho. Estamos vinculados a UNIPAR desde a primeira visita da Professora Terezinha em 2015 e em 2016 finalizamos a aprovação do polo já na gestão do Sr. Ricardo Zambrano, ou seja, nosso relacionamento já tem 4 anos pelo menos.

Eu, Walter Ricardo Gallette, professor e coordenador do polo Nippon Unipar SJC representando a diretoria quero agradecer a todos nossos funcionários e amigos, da Nippon e da Unipar, nossa atual parceira, pela possibilidade de desenvolver aqui em São José dos Campos as atividades acadêmicas com o selo de qualidade da Universidade do Paraná.

Hoje ao completar os nossos primeiros 20 anos de trabalho reconhecemos a importância desta parceria e do esforço e dedicação de todos nesta tarefa.

Que Deus nos guie e ilumine!

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Ferrovias no Brasil : porque não estão colaborando com a solução como nos EUA?


É um equívoco muito grande achar que a solução do Brasil passa pelo conserto do modal rodoviário brasileiro sem conhecer que o transporte sobre trilhos custa menos que o transporte sobre pneus e tampouco entender porque o Brasil chegou na atual sinuca-de-bico do custo do transporte.
Primeiro devemos reconhecer no ilustre Dom Pedro II e nos seus barões Petrópolis e Mauá o mérito pela instalação das primeiras ferrovias nos idos de 1854 e de atingir a marca de terceira maior malha ferroviária do mundo em 1880.
Com a Proclamação da República iniciamos o período de derrocada do sistema ferroviário já em 1921 com a interferência negativa de Washington Luís e sua loucura de trazer a Ford Motor Company ao Brasil supostamente com vantagens pessoais.
Em seguida a crise de 1929 nocauteou novamente a malha ferroviária de modo significativo que cambaleou até o final da década de 1950 quando finalmente o então governador do Estado de São Paulo Carvalho Pinto determinou a desativação de ramais possivelmente para estimular de modo suspeito a instalação das fabricas da Wolkswagem em São Bernardo, da Mercedes Benz caminhões em Campinas e da General Motors em São Caetano, tudo sob o véu negro dos negócios escusos.
Estava criado o problema do custo Brasil.